Arte Brasilis 2

É a continuidade de ARTE BRASILIS http://artebrasilis.blog.terra.com.br Uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO e CULTURA DE PAZ. artebrasilis@hotmail.com - artebrasilis@bol.com.br

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Terra Blog

Categoria: VIDA SAUDÁVEL

23.01.09

A ARTE DE AMADURECER

categorias: VIDA SAUDÁVEL

Momentos do corpo: corpo e movimento [1]


Vania Ramos*


O corpo é o nosso primeiro encontro com a velhice, é aquele que mostra a expressão flagrante dos anos vividos; nele encontramos as marcas da vida, as marcas vividas e as não vividas. Como se lida com a vida? Como vivemos envelhecemos, ou podemos dar um salto quântico? Reescrever a nossa história de outro jeito, com um outro olhar?

A tendência do homem moderno é reprimir a sua expressividade corporal e emocional, criando, com isso, formas estereotipadas de comportamento corporal levando a passagem do corpo dentro de dois universos, o corpo saúde, e o corpo doença.

Negamo-nos a aceitar paradigmas que se apóiam na separação entre homem e mundo, sujeito e objeto, corpo e espírito, saúde e doença, e que definem o ser sob uma perspectiva biomecânica, behaviorista ou cibernética.


Corpo movimento

O corpo transforma-se no decorrer da vida por meio das experiências. A partir do corpo e do nosso contato com o mundo em uma determinada situação, estruturamos e reestruturamos nossa percepção e nossa interpretação do mundo e agimos nele, transformando-o ao mesmo tempo em que transformamos a nós mesmos.
Em cada idade o movimento toma características profundamente significativas, como processo maturativo e, portanto, como enriquecimento específico do indivíduo com o ambiente. Cada nova aquisição influencia as anteriores, tanto no domínio mental quanto no motor, de modo a valorizar as relações com o meio, através de uma adaptabilidade a diferentes circunstâncias, provenientes de uma alteração do conteúdo significante das situações vividas e experimentadas.

O movimento humano não resulta da interação de estímulos isolados, mas das situações concretas que o determinam, ocupando grande parte das manifestações da história biopsicossocial do indivíduo. Não esquecendo que a vida, como campo de experiências adquiridas, constitui uma sucessão ininterrupta de atitudes corporais e de movimentos expressivos e representativos.

O indivíduo, quando está em movimento, não é um espectador desinteressado, mas o agente representativo do seu ser, o que exige a compreensão psicológica a partir de uma consciência vivida e refletida, tendo assim um comportamento significativo, intencional e consciente, e não um puro processo corporal; assim, todo o seu aparato neuropsíquico funcional está em prontidão e manutenção.

A vida do homem é o seu próprio movimento, e este tem que possuir um caráter de significação e de intencionalidade, de forma a conferir à ação um todo organizado em si, portanto, de significado e dirigido globalmente para um fim. Não há uma “participação muscular”, existe, sim, uma interação constante e permanente entre as funções motoras e psíquicas.

Segundo Wallon (1985), “as variações tônicas localizadas ou generalizadas dão origem a atitudes ou tendências e estados ou posturas motoras e mentais, a vida emotiva e afetiva varia de acordo com as modificações do tônus muscular e atitudes. A vida psíquica demonstra sempre acomodações simultâneas, motora e mental, sendo constante a presença das atitudes de preparação, direção e manutenção das atividades”.

O registro corporal é, sem dúvida, aquele que fornece as características da pessoa de idade avançada: cabelos brancos ou calvície, rugas, enrijecimento, compressão da coluna vertebral, etc. Numa perspectiva fisiológica, tudo depende da idade biológica. Porém, a integridade das artérias, um coração gasto, pulmões congestionados não podem ser sinônimos de definição de uma pessoa idosa. Independente da idade biológica, qualquer indivíduo está sujeito a apresentar os problemas acima expostos.

A imagem que se tem hoje sobre a velhice é ainda muito pessimista. A idéia de decadência física, psíquica e social vem sempre associada à pessoa que envelhece, determinando uma fase de perdas que se sobrepõe aos ganhos, como sabedoria e experiência.

Esta imagem da velhice, construída socialmente, foi calcada em valores e conceitos estigmatizados, evidenciando-se os aspectos negativos dessa etapa da vida. A inatividade e a doença são alguns dos traços que caracterizam o “ser velho” no imaginário das pessoas, na sociedade atual.

Como reflete Beauvoir (1990): “eu conservo, do passado, os mecanismos que se mostraram no seu corpo, os instrumentos culturais de que me sirvo, meu saber e minhas ignorâncias, minhas relações com outrem, minhas ocupações, minhas obrigações”.

O corpo, enquanto movimento, é a apresentação da existência e da forma de ser do homem; este homem que é o seu corpo, que o reinventa através das suas experiências psicomotoras. Através da relação que o idoso estabelece com o seu corpo e seu movimento é que ele constrói a sua forma de percepção do mundo.

O processo de conscientização dos idosos em relação ao envelhecimento de seus corpos, através do movimento corporal, tem diferentes significados, que podem diferir de idoso para idoso, e que estão fortemente relacionados à esfera existencial, (social, afetiva).


Como você encara a sua velhice?

( CONTINUE LENDO ESTE ARTIGO * AQUI * )


As rugas do rosto são inscrições deixadas pelas grandes paixões, pelos vícios, e pelas instituições.

Walter Benjamin



*Vânia Ramos - Psicomotricista; Psicopedagoga; Professora de Educação Física e Artística, mestre em Gerontologia e doutoranda em ciências Sociais pela PUC-SP.Professora e coordenadora do curso de pós-graduação em Psicomotricidade da UNIFAI e professora da Universidade aberta da Terceira Idade da PUC/SP E-mail: vaniaramos@uol.com.br



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[1] Fragmento do texto publicado na revista Kairos n.1, 2001.

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15.12.08

O PÃO NOSSO DE CADA DIA

categorias: VIDA SAUDÁVEL

A AMIGA SANDRA R. NOS INDICOU ...

FAZER PÃO É UMA ARTE ! RECOMENDAMOS ESTE SITE, TÃO  BEM ELABORADO QUANTO ATRATIVO !

(EDIÇÃO ARTE BRASILIS)

(CLIQUE NAS IMAGENS E REDIRECIONE PARA O SITE)

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O pão é um dos primeiros alimentos preparados pelo homem. Resultado de uma mistura de cereais, líquido e sal supõem-se que sua história começa com o cultivo do trigo na Mesopotâmia há 12 mil anos.

O trigo que de iníco era mastigado, foi triturado entre pedras e virou farinha. Aos poucos, líquidos diversos como suco de uvas ou água, além de mel e frutas foram misturados a essa farinha e cozinhos em pedras quentes. Eis os primeiros pães: resultado da interação de alimentos cotidianos que geram um alimento novo!

O forno de barro para assar o pão bem como o fermento que possibilitava uma pão macio e leve são atribuídos aos egípcios, cerca de 3.000 a.C. Já aos gregos atribui-se o início da comercialização dos pães que eram considerados sagrados nas primeiras padarias.

Com o passar dos anos o pão se espalhou pelo mundo através das trocas comerciais e sua importância se tornou cada vez maior entre as sociedades. Hoje faz parte de nossas mesas diariamente nas suas mais variadas formas.

Alimento simbólico em diversas religiões, como o símbolo do corpo de Cristo para os católicos ou o pão ázimo, sem fermento, feito pelos israelitas antes da fuga para o Egito e que hoje é feito durante a Pessach (páscoa judaica).

O Pão é sagrado! Elé é pura alquimia. É união, integração dos alimentos: ao fazer um pão você está dando forma, deixando crescer e nascer!

O pão é o alimento da vida. Ele nutre o corpo e a alma. O pão é a energia que vem das mãos, desde os primórdios do homem.

No dia de fazer pão, a cozinha se transforma em santuário - música suave, ambiente encantado pela energia da paz e da alegria, da saúde do ser e de ser!

Amassa-se o trigo, une-se ao amor, deixa descansar pra crescer e com cuidado e ternura O Pão Nosso de Cada Dia chegar até a sua mesa! É isso que desejo: trazer o pão sagrado que nos alimenta há gerações e gerações para você, para alimentar seu corpo e sua alma!

E para isso ganhamos esse novo canal: o site d’O Pão Nosso de Cada dia inaugura hoje trazendo para você o que temos de melhor para você! Fique a vontade para deixar suas sugestões e críticas e também para falar comigo e fazer seus pedidos.

Conheça ( NO SITE ) a Celebridade da Semana que traz um pão acompanhando uma reflexão para a sua semana que começa e as Especialidades para o seu Natal e futuramente traremos mais novidades.

Seja bem vindo a nossa casa! ( LINK SITE )

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Um Conceito Diferente em Pães Artesanais

Lembrança de criança, de casa da tia, da madrinha sempre por perto… memória de cheiro bom e água na boca.

Café esquentando no fogão à lenha, o galo cantando e o cheirinho de pão assado, quentinho e fresquinho… tempo bom… tempo de nossas avós!

Tempo aonde a gente sabia até quem plantava o alimento na horta, entregava em casa para ser acolhido pelo calor do fogão e chegar à mesa.

Reuniões de tias e amigas na cozinha e todos os assuntos viravam temperos, bolos, tortas e PÃES e assim saboreava-se a VIDA!

É como se os ingredientes tivessem a maior alegria em se encontrarem e ficarem juntos sabendo qual será a função deles na vida de cada pessoa que o recebe e se alimenta dele.

E é assim que são confeccionados os PÃES do “O Pão Nosso de Cada Dia!” Um conceito de resgate da força do feminino através do PÃO, degustar a VIDA em cada fatia… e a energia desse maravilhoso alimento.

A receita é muito variada, mas os ingredientes são os mesmos: alegria, consciência, renascimento, relacionamentos, existência, saúde e AMOR.

É um PÃO que nasce pra NUTRIR corpo e ALMA!!!

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LEIA TAMBÉM AQUI NO ARTEBRASILIS...

http://artebrasilis2.blog.terra.com.br/hoje_e_dia_do_pao

http://artebrasilis2.blog.terra.com.br/ode_ao_pao_pablo_neruda


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  • Postado em 19:01:46

12.12.08

A LEMBRANÇA DE UM AROMA

categorias: VIDA SAUDÁVEL

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A lembrança de um aroma

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O nariz é a porta de entrada para as memórias, principalmente aquelas ligadas às nossas emoções. E, se for treinado, torna-se um aliado para manter o cérebro longe das doenças neurodegenerativas

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por CÉSAR KURT
design GLENDA CAPDEVILLE
ilustração MELISSA LAGOA

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Ah, o cheiro de bolo saindo do forno... Ele é capaz de nos remeter a momentos calorosos do passado, como aquelas tardes de domingo em que as avós preparavam delícias para agradar os netos. Na literatura, nenhum registro sobre o despertar de lembranças por meio do olfato é mais notável do que o narrado pelo escritor francês Marcel Proust no primeiro dos sete volumes de Em Busca do Tempo Perdido. Ele descreve um episódio que ilustra bem o que hoje se conhece como memória involuntária, aquela que surge por mero acaso: o aroma do bolinho madeleine embebido no chá evoca no protagonista cenas da infância que trazem “prazer delicioso” e “poderosa alegria”. A ciência explica esse fenômeno — o olfato é tão importante quanto os outros sentidos na retenção das recordações e está indissociavelmente ligado às emoções, mais até do que a visão e a audição.

Um curioso estudo da Universidade de Mannheim, na Alemanha, mostra o efeito emotivo dos aromas. Os cientistas borrifaram essência de flores em um grupo de voluntários e cheiro de ovo podre em outro — ambos dormiam profundamente. Ao despertarem, os que inspiraram a substância fedorenta relataram pesadelos, enquanto os demais descreveram ótimos sonhos. “Inconscientemente, a pessoa relaciona um odor com uma experiência vivida”, justifica Elizabeth Quagliato, neurologista da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista.

Esse elo fica mais evidente em pacientes com Alzheimer. “O sistema olfativo é o primeiro atingido pela doença neurodegenerativa que apaga as lembranças”, conta o psicobiológo americano Charles Wysocki, do Centro Monell dos Sentidos Químicos, na Filadélfia. Ou seja, além de passar a borracha nos registros do passado, o Alzheimer dificulta a percepção dos cheiros. Isso porque as duas regiões do cérebro — a da percepção de odores e a da memorização —, além de próximas, conversam bastante uma com a outra. Um teste olfativo feito na Universidade McGill, do Canadá, flagrou a perda da capacidade de perceber cheiros quando a doença ainda é incipiente. “Esse exame é extremamente sensível, apesar de ser muito simples e barato”, explica Elizabeth Quagliato.

Alzheimer, memória e olfato estão a tal ponto ligados que alguns especialistas chegam a suspeitar de que partículas específicas captadas pelo nariz seriam capazes de deflagrar o mal. “Isso não passa de uma hipótese, que fique bem claro, mas não descarto que o meio externo dê um empurrão em certas doenças neurodegenerativas”, especula a neurologista Arlete Hilbig, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.


Calma, isso não é motivo para tapar o nariz e respirar pela boca. Até porque experimentar odores os mais diversos — e conseqüentemente treinar o aparelho olfativo como um todo — é uma das maneiras de ao menos postergar as conseqüências nefastas dos males neurodegenerativos sobre as lembranças.

Sentidos para favorecer novas ligações entre os neurônios”, ensina Avelino Leonardo da Silva, neurofisiologista da Universidade Estadual de São Paulo, a Unesp, em Assis. “Já se sabe que pessoas com maior número dessas ligações e atividade mental mais desenvolvida têm menos probabilidade de desenvolver o Alzheimer”, diz ele.

Mas será que haveria meios de estimular o olfato e assim fortalecer a memória? A resposta é sim. Dois exercícios muito simples são capazes de afastar em parte a ameaça de males que enfraquecem as lembranças. O primeiro consiste basicamente em exigir o máximo do sistema olfativo por meio de práticas como cheirar um chá de baunilha ou uma comida diferente e até mesmo fazer outro caminho para o trabalho — o que, acredite, por mais que você não tenha consciência, implicaria novos odores, obrigando os neurônios a trabalhar dobrado.

O segundo jeito é tentar aperfeiçoar o olfato buscando identificar notas diferentes nos odores de sempre. É o que fazem rotineiramente os testadores de perfume e os enólogos, que, depois de muita prática, conseguem reconhecer os vários componentes de um aroma específico. “Esses exercícios devem ser constantes. Senão, o efeito dos estímulos regride depressa”, ressalva Avelino Leonardo da Silva.

Estratégias assim, não custa ressaltar, estão longe de ser uma solução definitiva para os males neurodegenerativos. No entanto, apurar o olfato, entregandose ao exercício de identificar perfumes os mais diversos, na certa ajuda a registrar na memória instantes da vida que merecem ser resgatados depois.

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LEIA MATÉRIA COMPLETA, COM LINKS E  EXTRAS AQUI

(REVISTA "SAÚDE ! É VITAL" )

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  • Postado em 18:47:42

21.11.08

CAMPANHA CONTRA TUBERCULOSE

categorias: VIDA SAUDÁVEL

Campanha “Tuberculose tem cura”

 

Tuberculose é uma doença grave que é transmitida pelo ar e pode atingir todos os órgãos do corpo, em especial os pulmões. O tratamento quando interrompido fortalece o bacilo de Koch (causador da doença) e pode trazer de volta a doença que causou pavor no passado.

 

Processo de disseminação da tuberculose:


   1º passo:

Apesar de também atingir vários órgãos do corpo, a doença só é transmitida por quem estiver infectado com o bacilo nos pulmões.

 

   2º passo:

A disseminação acontece pelo ar. O espirro de uma pessoa infectada joga no ar cerca de dois milhões de bacilos. Pela tosse, cerca de 3,5 mil partículas são liberadas.

 

    3º passo:

Os bacilos da tuberculose jogados no ar permanacem em suspensão durante horas. Quem respira em um ambiente por onde passou um tuberculoso pode se infectar.


Sintomas:


- Tosse crônica (o grande marcador da doença é a tosse durante mais de 21 dias)

- Febre

- Suor noturno (que chega a molhar o lençol)

- Dor no tórax

- Perda de peso lenta e progressiva

- Quem tem tuberculose não sente fome, fica anoréxico (sem apetite) e com adinamia (sem disposição para nada)


Tratamento: A prevenção usual é a vacina BCG, aplicada nos primeiros 30 dias de vida e capaz de proteger contra as formas mais graves da doença. Se houver a contaminação, o tratamento consiste basicamente na combinação de três medicamentos: rifampicina, isoniazida e pirazinamida. O tratamento dura em torno de seis meses. Se o tuberculoso tomar as medicações corretamente, as chances de cura chegam a 95%. É fundamental não interromper o tratamento, mesmo que os sintomas desapareçam.


O Brasil está entre os 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose registrados no mundo. Em número de casos proporcionais ao tamanho da população, o Brasil ocupa o 85 lugar no mundo. Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, cerca de seis mil pessoas morrem todos os anos no país em decorrência da tuberculose.


A meta do ministério é descobrir pelo menos 70% dos casos estimados de tuberculose e curar 85% dos pacientes. Para isso, o ministério mudou a estratégia de tratamento. Em vez de pacientes suspeitos da doença serem encaminhados para centros de referência, a recomendação é que eles sejam diagnosticados.


O Ministério da Saúde reconhece que os números da doença no Brasil são elevados. A taxa de abandono do tratamento é de 10%, e a não-conclusão faz com que a doença volte e encarece o combate com remédios.


As pessoas que estejam com tosse por mais de três semanas seguidas devem procurar a Unidade de Saúde Pública mais próxima. O tratamento da tuberculose dura, no mínimo, seis meses e não pode ser abandonado antes da cura.



                                        TUBERCULOSE TEM CURA!!!


O Fundo Global, entidade que combate doenças como a AIDS, a Tuberculose e a Malária em vários países do mundo, estará trabalhando pelos próximos 4 anos no Brasil, com o objetivo de minorar a incidência da Tuberculose no país.
Apesar de existir a cura, a tuberculose mata aproximadamente 5 mil brasileiros por ano, e um dos principais motivos disso acontecer é considerarmos que essa doença não existe ou não é grave.
A partir de 2008, será produzida uma série de filmes e spots de prevenção à tuberculose, para veiculação nacional. Esse é o primeiro filme, uma apresentação da campanha, com algumas informações importantes sobre a doença.

 

VEJA O VÍDEO DA CAMPANHA... CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO...

(TIRE DÚVIDAS NO DISQUE SAÚDE)

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  • Postado em 14:03:13

20.10.08

QUEM AMA NÃO ADOECE

categorias: VIDA SAUDÁVEL

Dia 18 de Outubro instituiu-se o Dia do Médico. relembrando este profissional, destacamos matéria do site do Dr Dráuzio Varella (link aqui)
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 Dr. Marco Aurélio Dias, falecido recentemente, era cardiologista e trabalhava no Instituto Dante Pazzanese, um dos maiores centros de cardiologia do Estado de São Paulo. No livro "Quem Ama Não Adoece" , dirigido ao público leigo, ele discutiu a influência das emoções nas doenças humanas, especialmente nas doenças do coração.

 O Dr. Marco Aurélio Dias da Silva nasceu em Recife em 1949, diplomou-se em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco e em São Paulo especializou-se em Cardiologia.

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Cansaço ou estresse?

Às vezes, o indivíduo chega em casa depois de um dia de trabalho pesado, desaba sobre o sofá e geme –“estou estressado”-, mas tem a cabeça leve e sonha com um futuro mais tranqüilo e menos estafante. Isso não é estresse, é cansaço que se vence com algumas horas de repouso e de sono. No entanto, se as preocupações com a promissória no banco, o filho que não se acerta na vida, o risco de perder o emprego, os desencontros afetivos e a falta de perspectivas não o abandonam, em pouco tempo estará dominado por uma carga prejudicial de estresse.

 

Evolutivamente, o homem não foi preparado para suportar o grau de tensão contínua e constante a que está exposto todos os dias. Ao deparar-se com a fera ameaçadora, o homem primitivo matava-a ou fugia. De volta à caverna, relaxava e recompunha o equilíbrio orgânico e emocional indispensável para sua sobrevivência. Hoje, o direito a essa pausa revigorante desapareceu da vida das pessoas. Mergulhadas nos compromissos e problemas, elas nem se dão conta de quanto corpo reclama dessa agressão permanente.

 

Recomendar mudanças no estilo de vida pode parecer utopia. No entanto, se esse processo não for interrompido os males causados à saúde e à qualidade de vida podem tornar-se irreversíveis.

 

 

Quem Ama Não Adoece

Autor Marco Aurélio Dias da Silva - Best Seller

Descrição:

Apoiado em mais de vinte anos de experiência profissional e em minuciosa pesquisa, o cardiologista Marco Aurélio Dias da Silva apresenta um amplo estudo sobre as relações entre emoção e saúde. Combinando o rigor científico a uma linguagem simples e acessível, este livro prova que a afetividade e o bem-estar emocional são fatores fundamentais para a prevenção e a cura de uma longa série de doenças. Sob essa ótica são reveladas as causas psicológicas de alguns dos males mais freqüentes em nossa época, tais como enxaqueca, depressão, doenças cardíacas, alergias e muitos outros. O autor discorre ainda sobre diversos outros temas correlatos -- nossos mecanismos de defesa, o estresse, o envelhecimento e a morte, a sexualidade, o casamento, a educação dos filhos, a ditadura do sucesso --, mostrando que podemos construir uma vida mais saudável se seguirmos algumas diretrizes simples -- pequenos cuidados que resultam numa verdadeira "receita" de felicidade para nós e aqueles que nos cercam. Muito mais que uma obra de auto-ajuda, este livro é uma apaixonada defesa da generosidade, da tolerância, do amor e da saúde do corpo e da alma.
(link texto)

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Este livro apresenta uma profunda investigação sobre o papel das emoções na origem e na cura das doenças. Baseado em anos de pesquisa e prática médica, Marco Aurélio Dias da Silva - um dos mais prestigiados cardiologistas brasileiros - revela as estreitas e poucos compreendidas relações entre o corpo e a alma, discutindo os comportamentos psicológicos de inúmeras doenças. "Quem Ama não Adoece" não é apenas um livro sobre saúde ou psicologia. Em suas páginas, o autor acena a todos com a possibilidade de uma vida nova e plena, pautada no amor em sua concepção mais ampla e generosa. (link texto)

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