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É a continuidade de ARTE BRASILIS http://artebrasilis.blog.terra.com.br Uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO e CULTURA DE PAZ. artebrasilis@hotmail.com - artebrasilis@bol.com.br

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Terra Blog

Categoria: INCLUSÃO & DIVERSIDADE

08.10.08

VISÃO E AUDIÇÃO EM NOSSA CULTURA

Nem Santos nem Demônios

Considerações sobre a Imagem Social e a Auto-imagem das Pessoas Ditas "Deficientes".

Rita Amaral e Antônio Carlos Coelho

 

Sobre Visão e Audição.
Em primeiro lugar é preciso compreender o papel da visão e da audição em nossa cultura e, para isto, parece importante destacar, já de início, que o valor que se dá a estes dois sentidos na cultura ocidental não é um fenômeno universal, ou seja, compartilhado por toda a humanidade, como crê o senso comum. Vejamos, como exemplo o modo como a visão e audição são concebidas entre os índios brasileiros Suyá, estudados por Anthony Seeger. Para os Suyá a visão é antitética à audição. Entre os Suyá, a fala e a audição são os sentidos mais valorizados e os mais elaborados simbolicamente. Por esta razão, as orelhas e os lábios são constantemente marcados de forma altamente simbólica por perfurações, por adornos, modificação (como é o caso dos discos labiais, dos adornos plumários e dos discos nas orelhas).

"Os Suyá definem-se como uma tribo diferente de outros grupos por usarem discos nos lábios e nas orelhas e por cantarem num estilo particular. Afirmam que nenhum outro grupo tem estes três atributos e por isso nenhum outro grupo é completamente humano" (SEEGER, Anthony. - Os índios e nós. Estudos sobre sociedades tribais brasileiras. - Rio de Janeiro, 1980). 

Portanto, o uso da fala e da audição - dois sentidos complementares - é o que define os Suyá enquanto grupo."Os Suyá recebem informações com todos os sentidos, mas enfatizam mais a audição e a fala como faculdades eminentemente sociais" (idem,.p.45). Como em qualquer cultura, é por meio da fala e da audição que se dá a socialização entre os Suyá. E pela fala que transmitem os códigos e as normas de conduta, que devem ser ouvidos e bem retidos. "Quando os Suyá aprendem alguma coisa, mesmo algo visual como por exemplo, um padrão de tecelagem, dizem 'está no meu ouvido'" (SEEGER,1980:47).

Por ser a fala a dimensão mais eminentemente social, as partes do corpo que se relacionam a ela - os lábios e as orelhas (falar e ouvir) - são ornamentados, perfurados, deformados, marcados enfim. Aqui é preciso lembrar Pierre Clastres (1978:128) quando diz que "a sociedade imprime suas marcas no corpo dos jovens (...) o corpo é uma memória". No caso dos Suyá, essa marca é feita justamente nos pontos do corpo onde estão os sentidos privilegiados.

Já a visão tem, para os Suyá do Xingú, um papel secundário. Mais até: um papel perigoso, desviante: "Homens, mulheres e crianças são socialmente definidos pela audição e fala, e os feiticeiros pela sua visão extraordinária" (SEEGER,1980:45)

Os atributos de uma boa visão são usados para qualificar os animais e, por extensão, as atitudes que fogem ao controle social, como a dos feiticeiros. Uma pessoa torna-se feiticeira quando o feitiço invisível entra nos seus olhos, o que acontece somente com certas pessoas e em circunstâncias especiais.

(...)

A audição tem importância fundamental exatamente por estar relacionada à fala e portanto à linguagem. Esta, evidentemente, é uma situação universal, pois todas as culturas humanas apresentam linguagem oral. Sendo a audição um meio essencial para a aquisição e uso da linguagem, ela é um sentido essencial à socialização de qualquer ser humano. Sob este aspecto é que a surdez passa a ser entendida como especialmente dramática quando ocorre na infância, já que ela dificulta a inserção e adaptação ao meio social. Poderíamos dizer, no entanto, que se a audição não fosse o canal fundamental para a aquisição da linguagem, déficits nessa área trariam prejuízos mínimos, comparáveis à perda da capacidade olfativa ou gustativa. Isto é, o homem se utiliza muito pouco de informações auditivas diretas e não simbólicas. Assim, se for possível superar os prejuízos de comunicação oral ocasionados pela deficiência de audição, será possível integrar o deficiente auditivo no meio social.

Por sua vez, a importância da visão em relação à audição nas culturas de tradição ocidental é bem diversa da que é dada, por exemplo, na cultura Suyá. Se a audição ocupa em ambas uma posição de destaque como transmissora da cultura, a mesma proximidade não se dá em relação à visão. Ao contrário da sociedade Suyá, na sociedade ocidental a visão tem extrema importância, embora lhe seja reservado um caráter ambíguo. Tanto é assim que a maioria das artes ocidentais é predominantemente visual. Mesmo a música, arte feita para ser ouvida, vem adquirindo um plano visual através da vídeo-música, dos vídeoclips. A própria linguagem, inclusive, adquiriu um plano visual, a escrita, que exige decodificação visual.

Também ao contrário dos Suyá, os olhos são, para os ocidentais, uma parte do corpo valorizada e privilegiada. Os olhos são um espaço do corpo constantemente adornado e seletivamente exposto ou protegido conforme se deseje ou não expor a própria pessoa, pois se pensa que "os olhos são o espelho da alma". Os olhos são os órgãos que podem trazer imediatamente informações à mente e, por este motivo, extremamente privilegiados entre os orgãos dos sentidos. Como os contatos interpessoais dentro do ambiente urbano são marcados pela funcionalidade e eficiência com que possam se dar, a necessidade de um acesso rápido à informação é entendida como essencial. Nesse contexto, as informações visuais são necessárias e vitais, pois são as formas mais rápidas de absorção das informações.

A visão, porém, apresenta caráter ambíguo: do mesmo modo que pode absorver informações precisas e extensas (no sentido de corresponder à realidade), pode também elaborar ilusões, falsas impressões e até mesmo impressões não classificáveis nas categorias estabelecidas pela cultura. Informações falsas e "erros" ocorrem facilmente, já que o aspecto exterior de uma coisa ou de uma pessoa não revela o mecanismo interno que a rege. Nossa cultura admite isto. Basta lembrarmos do ditado: "quem vê cara não vê coração".


TEXTO EXTRAÍDO DE: BENGALA LEGAL - SITE DE MARCO ANTONIO QUEIROZ - CLIQUE AQUI

 

LEIA TAMBÉM: http://artebrasilis.blog.terra.com.br/bengala_legal

 

FOTO COM O AMIGO MAQ - SETEMBRO 2004

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10.09.08

POR QUE OS LIVROS EM BRAILLE SÃO NECESSÁRIOS?- II

( continuação do post anterior )

 

A partir de 2000, as obras do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), destinadas a alunos do Ensino Fundamental, passaram também a ser produzidas em braille.

O fato de a escrita braille ocupar um espaço grande (cada página da escrita comum corresponde a aproximadamente três páginas em braille) e o fato de a sua impressão ser mais onerosa, pois além de precisar ser feita por profissionais especializados, necessita ser feita em papel de gramatura mais elevada, não permitem que todas as obras produzidas pelo mercado editorial sejam produzidas em braille.

Felizmente, as novas tecnologias possibilitam que essa carência seja suprida pelo livro falado (obras gravadas em cassetes ou em CDs) e por textos digitalizados, que podem ser ouvidos em computadores que disponham de sintetizadores de voz.

Entretanto, a tecnologia não deve ser vista como um substituto do Sistema Braille, mas como um complemento a ele. A verdadeira educação das crianças cegas só acontece quando elas podem dispor de livros em braille que contenham a representação dos símbolos de Matemática, Química, Física e outras ciências, a adaptação, em relevo, de tabelas, gráficos, mapas, figuras geométricas e outras ilustrações que lhes forneçam as mesmas informações oferecidas aos alunos videntes, além de lhes propiciar a oportunidade de fixar a ortografia da Língua Portuguesa e de outros idiomas.

Os textos escritos estão constantemente presentes na vida das pessoas que enxergam por meio de outdoors, manchetes que podem ser lidas nas bancas de jornais e revistas, legendas de filmes e de outros programas de televisão, e em outras situações do cotidiano. Já as pessoas cegas, lêem apenas os textos em braille que lhes chegam às mãos.

Mesmo diante de um computador, as pessoas que enxergam continuam a ter um contato direto com a linguagem escrita, enquanto as pessoas cegas apenas ouvem.

Isso coloca as pessoas cegas em desvantagem no mundo moderno, especialmente se considerarmos as palavras da Profa. Miriam Gold, na introdução de seu livro "Redação Empresarial - Escrevendo com sucesso na era da globalização": Nunca se escreveu tanto como hoje em dia. O advento dos computadores, em vez de diminuir a relação dos homens com a palavra escrita, como se imaginava, provocou o aumento do seu uso. a informatização elevou a palavra escrita à condição de responsável por um dos mais importantes efeitos da globalização: a comunicação mundial via Internet. Por isso, mais do que nunca, é preciso saber usar a linguagem de forma adequada, comunicando o que se deseja, evitando mal-entendidos e expressando-se sem incorrer em erros grosseiros. Além disso, a formação, no mundo moderno, de grandes mercados mundiais, empresta à escrita lugar de destaque pelo seu papel de padronizadora."

Devemos também considerar que, para aqueles que gostam de ler, nada substitui o prazer de ter um livro entre as mãos, sentindo-lhe o cheiro, virando-lhe as páginas em busca de novas revelações ou voltando-as para reviver as sensações agradáveis do que já foi descoberto.

O grande poeta Homero dizia que "O livro é o alimento da mocidade e o conforto da velhice"; o poeta Austin Dobson afirmava que "Todo aquele que intentar aprender sem livros, estará carregando água em cântaro partido"; Bill Gates declarou que os livros seriam o melhor presente que ele poderia oferecer a seus filhos; e Helen Keller repetia que Louis Braille representava para as pessoas cegas o mesmo que Gutenberg representava para as pessoas videntes.

Portanto, até que as afirmações de pessoas tão ilustres possam ser plenamente contestadas, os livros impressos, em tinta ou em braille, continuarão sendo indispensáveis.

Texto elaborado por Regina Fátima Caldeira de Oliveira (Especialista em Editoração Braille da Fundaçção Dorina Nowill para Cegos e membro da Consultoria Técnico-Científica da Comissão Brasileira do Braille) , com a colaboração de Jonir Bechara Cerqueira (membro da Consultoria Técnico-Científica da Comissão Brasileira do Braille)

fonte: Boletim Vez da Voz [ link AQUI ]     www.vezdavoz.com.br

escolha um tema: http://www.vezdavoz.com.br/videos/

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...e conheça a ONG VEZ DA VOZ >>>>>>>  AQUI

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VEZ DA VOZ NO PROGRAMA AÇÃO (REDE GLOBO)

Milhares de pessoas não ouvem nada e muitos não entendem o português. Pensando nesse público, A ONG Vez da Voz criou um jornal na internet, o Telelibras.

ASSISTA O VÍDEO AQUI

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  • Postado em 19:56:01

POR QUE OS LIVROS EM BRAILLE SÃO NECESSÁRIOS?- I

 

POR QUE OS LIVROS EM BRAILLE SÃO NECESSÁRIOS?


Desde a pré-História, o homem já fazia o registro de suas manifestações espirituais e artísticas por meio de desenhos nas paredes das cavernas.

Há cerca de 5 mil anos, a linguagem oral passou a ser representada por caracteres gráficos adaptados por diferentes civilizações.

A partir de então, a Filosofia, as Letras, as Ciências e as Artes passaram a ser reveladas por meio de textos escritos, permitindo à espécie humanapreservar o seu passado e contribuir com o seu futuro.

Para as pessoas cegas, porém, a História só teve verdadeiramente início em 1825, quando o jovem Louis Braille desenvolveu um sistema de escrita e leitura em relevo baseado em um código criado pelo capitão Charles Barbier de la Serre para permitir a comunicação noturna entre os soldados do exército francês.

Louis Braille, nascido em 1809 em Coupvray, nas proximidades de Paris, havia perdido a visão aos três anos de idade em razão de um acidente na oficina de seleiro de seu pai. Sua mente metódica e brilhante levou-o a desenvolver um sistema que permitiria às pessoas cegas representar não apenas o alfabeto, mas também os símbolos científicos e musicográficos.

Cento e oitenta anos são passados e o Sistema Braille, adotado mundialmente, continua atendendo às necessidades de representação gráfica das pessoas cegas, adaptando-se, inclusive, à Informática, à Fonética e à Estenografia.

A sensibilidade do imperador D. Pedro II fez do Brasil o pioneiro na implantação do Sistema Braille na América Latina. O primeiro livro estrangeiro publicado pelo Instituto dos Jovens Cegos de Paris foi uma gramática da Língua Portuguesa.

O jovem José Álvares de Azevedo, que havia perdido a visão na infância, ao regressar de Paris, onde aprendera o Sistema Braille, convenceu o imperador da importância da criação de uma escola para cegos no Brasil. No dia 17 de setembro de 1854 foi fundado o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, hoje, Instituto Benjamin Constant.

Infelizmente, o jovem José Álvares de Azevedo não pôde ver o seu sonho concretizado, pois faleceu exatamente seis meses antes da fundação da escola.

Apesar de suas incontáveis vantagens, o Sistema Braille levou muitos anos para ser totalmente aceito. De 1860 a 1880 foi introduzido em toda a Europa, mas a sua introdução em outras regiões foi bastante demorada e difícil.

Na América do Norte, foi introduzido em 1860, mas houve muita relutância em aceitá-lo. Somente em 1918, depois de 15 anos de trabalho de um comitê especial, foi aceito o Braille original, unificado com a Europa.

Na Ásia, as primeiras tentativas de adaptação do sistema às línguas não européias tiveram início entre 1870 e 1880, mas o mérito da sua aceitação naquele continente, na África e em outros lugares distantes coube aos missionários europeus e americanos, que lá fundaram as primeiras escolas para cegos.

Na década de 1950, teve início um movimento, liderado pela UNESCO, no sentido de unificar o Sistema Braille por grupos lingüísticos e o Brasil sempre participou ativamente das comissões que trataram do assunto.

A produção de textos em braille, no Brasil, iniciou-se ainda no século XIX, no Instituto Benjamin Constant, que, atualmente, conta com uma moderna imprensa , que, além de obras literárias e didáticas, produz duas revistas em braille ("Pontinhos"e "Revista Brasileira para Cegos"), que são distribuídas gratuitamente.

No dia 11 de março de 1946, a jovem cega Dorina de Gouvêa, juntamente com um grupo de amigas, deu início às atividades da Fundação para o Livro do Cego no Brasil, hoje Fundação Dorina Nowill para Cegos, cuja também moderna imprensa braille produz obras didáticas, literárias e musicográficas, que são enviadas para bibliotecas, escolas especializadas e pessoas cegas de todo o País.

Em 1998, o Governo Federal iniciou a implantação do "Projeto CAP", que consistiu na criação de Centros de Apoio Pedagógico destinados principalmente a aumentar a oferta de textos didáticos para alunos cegos e/ou com baixa visão das diferentes regiões do Brasil.

No dia 26 de fevereiro de 1999, por meio de uma portaria do Ministério da Educação, foi criada a Comissão Brasileira do Braille, responsável por todas as ações relacionadas ao uso e à aplicação do Sistema Braille no País. A CBB desenvolveu um trabalho conjunto com a Comissão de Braille de Portugal, trabalho esse que resultou na publicação de diversos documentos, que, além de garantir a unificação dos códigos utilizados pelos Países de Língua Oficial Portuguesa, têm permitido a melhoria da qualidade dos textos produzidos para as pessoas cegas.

[LINK IMAGEM]

( continua no próximo post )

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  • Postado em 19:55:32

01.09.08

PROJETO LÍRIOS

CONHEÇA O PROJETO LÍRIOS

e as apresentadoras Bia Paiva e Nívia Graf,

duas portadoras da Síndrome de Down.

 



Dez por cento da população mundial apresenta algum tipo de deficiência física ou mental, esse índice aponta que, mais que sobreviver, a pessoa portadora de necessidades especiais pode e deve ser integralmente incluída em todos os contextos da sociedade.

Projeto Lírios” tem como objetivo, demonstrar como, na prática, milhares de empresas, pessoas, ONG´s, governo... já se encontram inseridos, ou em busca da inserção desse novo conceito amplamente debatido e discutido no terceiro milênio.

O Programa é produzido pela FEAL - uma fundação preocupada com a inclusão social da pessoa com necessidades especiais. Esta preocupação se justifica porque desde a data de seu nascimento, em 1990, a instituição passou a gerir, divulgar e captar recursos que mantenham e ampliem o trabalho de referência nacional feito há 58 anos pelas Casas André Luiz.

 

Instituição premiada e reconhecida como entidade de caráter filantrópico e assistencial, ganhadora do prêmio “Bem Eficiente - Às Melhores e Mais Bem Administradas Entidades da Última Década”. Um prêmio entregue através de Kanitz e Associados que reconheceu o serviço ímpar das Casas André Luiz junto a milhares de pacientes com graus entre moderados e severos de deficiências físicas e mentais.

 

A FEAL através do “Projeto Lírios” informa, entretém, tira o caráter discriminatório, da pessoa portadora de necessidades especiais, e ainda demonstra que existe um enorme mercado de negócios e oportunidades voltados para a inclusão.

 

O PROGRAMA tem duração aproximada de trinta minutos e é basicamente produzido a partir de externas que mostram: os avanços no tratamento médico e fisioterápico voltados a este público; as histórias de superação de familiares e portadores de necessidades especiais; a inclusão dessas pessoas em empresas, sociedades civis, governos, ONG´s e...

 

O Programa procura também demonstrar técnicas e cuidados essenciais para a melhoria da qualidade de vida desse público especial; pretende mostrar igualmente as novidades em produtos e serviços que visam atender o portador de necessidades especiais, e veicular tudo o que possa ajudar o nosso público alvo e seus familiares.

O conteúdo e a forma do programa visam proporcionar uma atmosfera alegre e sem pieguice ao telespectador.

Além das reportagens em externas, o programa tem ainda o quadro “Cidadania Eficiente” apresentado pelo Doutor Clayton Fred, promotor público do Município de Guarulhos e portador de necessidades especiais. Nesse quadro o Doutor Clayton apresenta a defesa dos direitos dos deficientes e a promoção das empresas que cumprem com as leis de acessibilidade e inclusão desse segmento da população.

A APRESENTAÇÃO é de Bia Paiva e Nívea Graf, duas portadoras da Síndrome de Down, que com competência e doçura convidam o telespectador a mergulhar nesse mundo tão rico e cheio de belas histórias de superação, que é o mundo das pessoas especiais.

* * *

ASSITA AO VIVO OU ESCOLHA SUA PROGRAMAÇÂO.

PROGRAMA LÍRIOS:

Inédito:
Domingo - 16h30

Inédito Alternativo:
Terça - 23h00
Quinta - 01h15
Domingo - 11h30

Arquivo:
Quarta - 21h00

Arquivo Alternativo:
Quinta - 05h30
Sexta - 17h00
Terça - 07h15


PARA ASSISTIR O PROGRAMA "PROJETO LÍRIOS":

>>> http://www.tvmundomaior.com.br/projetolirios/<<<

* * *

ESCOLHA O TEMA DE SUA PREFERÊNCIA EM:

 ARQUIVOS DE PROGRAMAS

( NO MENU, À ESQUERDA )

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  • Postado em 19:46:29

21.07.08

RUMO A PEQUIM - PARAOLIMPÍADAS

Paraolimpíadas

Comitê Paraolímpico Brasileiro divulga convocação oficial de 14 modalidades para Pequim


Reportagem: Claudete Oliveira - Revista Sentidos - [ link com a matéria ]

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Atletas do Futebol de 5

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Rumo a Pequim. Na piscina, no mar, na quadra, no ginásio, no campo de futebol e nas pistas de atletismo. Os 142 atletas convocados pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) estão prontos para representar o país nas Paraolimpíadas de Pequim. Pela lista, divulgada pelo CPB no dia 12 de junho, os jogos estão divididos em 14 modalidades. São elas: atletismo, bocha, ciclismo, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, tiro e vela.


O remo e o basquete em cadeira de rodas divulgarão as convocações após as semanas de treinamento, que serão realizadas em junho. Já o vôlei sentado após o campeonato brasileiro da modalidade, que acontecerá também este mês.

Enquanto aguarda confiante e ansiosa pela convocação a remadora Claudia Cícero dos Santos, 30 anos, segue firme treinando com freqüência na raia olímpica da Universidade de São Paulo (USP). "Tudo indica que serei convocada, mas só terei certeza quando meu nome estiver na lista. Aí ficarei muito feliz", diz Claudia.

A atleta que teve a perna direita amputada em um acidente, há oito anos, começou a praticar o remo no ano passado e já coleciona recorde. Ela foi a grande vencedora e recordista mundial de remo adaptado, na categoria single skiff, no Campeonato Mundial, realizado em setembro de 2007, na Alemanha. No mesmo ano, por causa de seu desempenho Claudia recebeu o Prêmio Brasil Olímpico. "Se eu for convocada pretendo dar o melhor de mim e representar muito bem o meu país em Pequim".

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A remadora Claudia Cicero:
expectativa para convocação

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Com 88 vagas a mais do que em Atenas e quase o triplo das conquistadas em Sidney, o Brasil tem 187 vagas confirmadas em Pequim.


O remo adaptado foi introduzido no Brasil pela Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro, como programa de reabilitação, já no início dos anos 80. Cerca de dez anos depois, o programa foi extinto em função da descontinuidade da administração do Estádio de Remo da Lagoa. Incluído no calendário do Comitê Paraolímpico Internacional, no ano passado, o remo adaptado é a mais nova modalidade paraolímpica.

Além do remo, pela primeira vez as Paraolimpíadas terão na disputa por medalhas atletas brasileiros do voleibol, vela e goalball masculino. Nos Jogos Paraolímpicos de 2000 o Brasil competiu em nove modalidades, e em Atenas foram 13. Com 88 vagas a mais do que em Atenas e quase o triplo das conquistadas em Sidney, o Brasil tem 187 vagas confirmadas em Pequim.

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Confira AQUI a lista dos atletas convocados

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  • Postado em 15:39:23