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O PALHAÇO PETELECO ORGULHOSAMENTE APRESENTA
UM PALHAÇO DE VERDADE !!!
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O PALHAÇO ESPONJINHA !!!
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( CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR )
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VISITE O SITE >>> http://palhacoesponjinha.com.br
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"CARA DE PALHAÇO, SIM SENHOR" - É MATÉRIA DO ARTEBRASILIS 2 - CLIQUE AQUI
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E MAIS...
FOTOLOG DO PALHAÇO PETELECO >>>
SEMPRE UMA NOVIDADE PARA O SEU SORRISO !
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http://fotolog.terra.com.br/palhacopeteleco
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ANIMAL NÃO É BRINQUEDO ! - LEMBRE-SE DISSO. ADOÇÃO É UM ATO RESPONSÁVEL E DURADOURO.

VEJA ESTA IMAGEM E OUTRAS NO BLOG S.O.S. FELINOS & CANINOS >>> AQUI
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Por que adotar um animal de estimação (LINK COM A MATÉRIA)
Adotar um animal é um ato de amor gratificante. Sua companhia não só preenche nossa vida cotidiana de alegrias, como nos traz muitos outros benefícios. Pesquisas científicas comprovam que quem tem um animal de estimação vive mais e melhor.
A veterinária Hanelore Fuchs, em tese apresentada no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, comprovou, entre outros fatos relevantes, que os animais de estimação simbolizam um dos poucos elos entre o homem moderno e a natureza e que a influência que eles exercem sobre nós é muito benéfica.
O pesquisador e professor de veterinária da Universidade de Zurique, Dennis Turner, defende que a companhia de cães e gatos é uma fonte de apoio emocional e social para todas as pessoas, em qualquer idade, com necessidades especiais ou não, que vivem sozinhas ou em família. As crianças aprendem o respeito e a responsabilidade perante outro ser, e os enfermos se recuperam melhor com a sua presença, como tem sido comprovado por alguns programas de terapia assistida por animais (TAA).
Estes programas oferecem um método terapêutico adicional que utiliza animais como co-terapeutas. Hanelore Fuchs provou a sua importância através do Programa Petsmile, que já atendeu 1500 crianças em hospitais e outras instituições de São Paulo. Segundo ela, as pessoas portadoras de deficiência sofrem de isolamento social e afetivo, e o animal fornece contato físico, facilita a comunicação e pode intermediar atividades motoras e vários tipos de aprendizagem. O programa de Terapia Assistida por Animais obteve sucesso em casos onde os métodos tradicionais de tratamento não conseguiram progredir.
Adotar um animal é também uma prova de solidariedade, pois cada animal adotado de nossos abrigos nos permite retirar mais um das ruas (...).
Adote um amigo fiel e nunca mais fique sozinho!
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NOTA:

O trabalho da Dra. Hanelore Fuchs e equipe é realmente fabuloso. Pessoalmente, já tive oportunidade de presenciar o respeito com que tratam os animais e o resultado concreto na TAA - terapia assistida por animais. (Vera G. - Edição Arte Brasilis)
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LEIA MAIS SOBRE O PROJETO PETSMILE AQUI
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E NO ARTE BRASILIS VÍDEOS E IMAGENS...LEIA TAMBÉM INTERESSANTE PROGRAMA SOBRE GATOS, PRODUÇÃO DO INSTITUTO NINA ROSA >>> AQUI

O Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento - CPCD é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1984, em Belo Horizonte/MG, com a seguinte missão: promover educação popular e o desenvolvimento comunitário a partir da cultura, tomada como matéria-prima de ação institucional e pedagógica,
Para cumprir esta missão, o CPCD vem desenvolvendo projetos que já se tornaram referência de qualidade, exemplo de desenvolvimento sustentado e alternativa eficaz na implementação de políticas públicas e sociais.
Iniciados em Curvelo, vários projetos do CPCD estão sendo implantados em outras regiões de Minas Gerais (Vale do São Francisco e Vale do Jequitinhonha), disseminados para outros estados (Espírito Santo, Bahia, Sâo Paulo e Maranhão) e países (Moçambique e Guiné Bissau).
Razão do êxito do CPCD
A razão do êxito das ações do CPCD está apoiada no trinômio: metodologia inovadora, formação de educadores e participação comunitária.
Metodologia inovadora
A convicção de que "educação é algo que só ocorre no plural" e que “desenvolvimento é geração de oportunidades” forneceu a base para formulação das ações metodológicas dos nossos projetos - a pedagogia da roda, a pedagogia do brinquedo e a pedagogia do sabão:
busca sistemática de formas criativas e inovadoras de educação e de desenvolvimento sustentado;
utilização dos saberes e fazeres culturais dos participantes como matéria-prima de nossas ações pedagógicas;
diálogo como princípio de pluralidade e gerador de novas práticas educativas e de desenvolvimento.
Formação de Educadores
A certeza de que só a existência de educadores comprometidos e bem formados é condição essencial para o êxito de nossos projetos, levou o CPCD a investir seus esforços, energias e recursos na capacitação destes profissionais: provocadores de mudanças, criadores de oportunidades, construtores de cidadania e promotores de generosidade.
Participação Comunitária
Criança, adolescente, adulto - homens e mulheres - participantes, não como meros beneficiários ou objetos de nosso interesse, mas sujeitos e parceiros de todos os processos e etapas dos projetos, possibilitaram o enraizamento das propostas, a apropriação de novos conhecimentos, a geração de novas tecnologias e a formulação de indicadores de qualidade.
O resultado desta soma (missão + metodologia + formação + participação) são os nossos projetos sociais.
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O fundador: Tião Rocha é educador popular, antropólogo e folclorista.
Além do trabalho com o CPCD, Tião é autor de obras de desenvolvimento cultural e comunitário e membro de várias organizações de fomento a iniciativas na área. Conheça Tião Rocha, o idealizador e fundador do CPCD.
CONHEÇA TAMBÉM...
Projeto Bornal de Jogos [Bornal de Jogos - brincando também se ensina]
“Estudar brincando é igual tomar sorvete” (Dirce, 12 anos). Esta é a síntese deste projeto que dispõe de um acervo com mais de 300 jogos e brinquedos artesanais, feitos de sucata, à disposição de educadores e de escolas. Estudar matemática, português, ciências, história, geografia e mais, discutir cidadania, lógica, raciocínio, ética, violência, sexualidade, direitos humanos, etc, de forma alegre, prazerosa e lúdica.
[Objetivos ]
(1) Transformar a prática educativa e lúdica do CPCD (vivenciada e sistematizada) em instrumento de formação de novos educadores e novos educandos, consolidando e disseminando esta experiência dentro das escolas da rede pública das cidades onde o projeto estiver inserido, e posteriormente em outros municípios, (2) Possibilitar trocas e interações sócio-culturais-educativas entre as escolas participantes, desenvolvendo e preservando o patrimônio lúdico-cultural da infância dentro da escola, colocando-a como centro da cultura comunitária, aberto, plural, democrático e cosmopolita, (3) Valorizar a ludicidade como eixo da formação de crianças-cidadãs e instrumento de escrita e leitura do mundo.
[Bornal de Jogos da Paz - brincando e construíndo cidadania]
A proposta do Bornal da Paz é se transformar em um instrumento eficaz de construção de cidadania e paz nas escolas. Para isso, o Projeto oferece oficinas de confecção e utilização de jogos voltadas para professores das escolas públicas.
Apostar na criatividade e na potencialidade das crianças e adolescentes a construírem suas próprias “cartilhas da cidadania” é o que faz o Projeto, que disponibiliza um variado acervo de jogos, brinquedos, dinâmicas e estratégias comunicacionais. Essa é, sem dúvida, uma maneira ousada e excitante de possibilitar às crianças e adolescentes exercerem sua criatividade e aumentarem sua auto-estima e formar pessoas mais críticas, conscientes e criativas.
O Bornal da paz contribui para a mudança nos métodos tradicionais de ensino, oferecendo aos educadores e escolas, tecnologias educacionais lúdicas e envolventes.
[Objetivos]
Disponibilizar acervo de jogos, brinquedos, dinâmicas e estratégias educacionais, que contribuam com os educadores, no sentido de melhor cumprirem sua missão humana pela paz mundial e função social de construção da cidadania, aliando prazer e resultados, alegria e eficiência, somando criatividade ao desenvolvimento da vida escolar.
[Bornalzinho de Jogos]
O Bornal de Jogos cresceu, multiplicou e modificou-se. Surgiu o Bornalzinho, dirigido às crianças de 04 a 06 anos e destinado às mães-cuidadoras, agentes comunitários de educação e educadoras sociais das comunidades rurais e periféricas.
[Objetivos]
O projeto visa a produção regular de jogos e brinquedos pedagógicos, estimuladores de processos de aprendizagem - lúdicos e prazerosos - das crianças (em idade maternal e educação infantil), contribuindo para o desenvolvimento motor-intelectual-e-sensitivo, além da geração de oportunidades profissionalizantes no campo da produção artesanal de jogos e brinquedos populares para os jovens e mulheres da região, utilizando-se dos recursos materiais e das tradições do Vale do Jequitinhonha.
LEIA MATÉRIA REVISTA NOVA ESCOLA AQUI

CONHEÇA ALGUNS JOGOS VISITANDO A PÁGINA AQUI ( NO QUADRO > EM DESTAQUE > JOGOS DO BORNAL ) .
! ! ! ( ATENÇÃO. CADA JOGO É UM ARQUIVO EXECUTÁVEL)

A dica é da amiga Mônica Landim:
O texto é da Revista Vida Simples – Edição 73 – 12/2008 [ link ]
O assunto é....
Aula de cafuné 
Educador popular, antropólogo e folclorista, Tião Rocha fundou o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) por indignação e teimosia. Essa ONG foi parida em 1984, em Belo Horizonte, em meio à miséria, à dor, ao abandono e à esperança. Na ocasião, Rocha começou se perguntando se era possível fazer educação embaixo de pé de manga. Não só foi possível como ele e sua equipe transformaram cafuné, abraço e sabão em pedagogia e políticas públicas. Os projetos do CPCD estão em mais de 20 cidades brasileiras e em três países (Angola, Moçambique e Guiné-Bissau). “Aprendi em Moçambique que para educar uma criança é preciso toda uma aldeia. Se a comunidade assumir a responsabilidade por suas crianças, não vai haver mais criança analfabeta neste país. Isso não é uma política de governo, nem de Terceiro Setor, é uma questão ética. E como se mobiliza a aldeia? Juntando o que as pessoas têm de melhor e disponibilizando”, diz Rocha.
Como unir simplicidade e modernidade na escola?
Educação só acontece no plural, porque estão envolvidas, no mínimo, duas pessoas. Se houver uma máquina no meio, qualquer que seja, como um computador, que favoreça, tudo bem. Mas, se isso tiver o caráter de substituir pessoas, pode até ter aprendizagem, mas falar que há educação é outra história. A sofisticação se dá na relação entre as pessoas: você senta numa roda e estabelece entre elas processos de troca. É uma relação de construção. Livros, cadernos e equipamentos têm que entrar para se somar a esse projeto de pessoas. Se houver isso, ótimo, ajuda. Se não houver, não significa que se vai deixar de fazer.
Como você diferencia educação de escolarização?
Escola é meio. Educação é fim. Há escolas muito bem equipadas que têm uma educação medíocre do ponto de vista da formação dos seres humanos. A gente observa, nos grandes centros, escolas bem montadas, mas que parecem uma cadeia, cercadas de grades, cheias de câmeras para policiar. Comprovamos há 25 anos que é possível fazer educação de boa qualidade debaixo de pé de manga, recuperando o sentido da educação como prática humana. Trabalho no interior de Minas Gerais, onde as pessoas vivem em condições subumanas e aonde a tecnologia ainda não chegou. O fato de passar um canal lá de televisão não significa que houve mudanças efetivas. Houve informação, mas não transformação em conhecimento.
Vocês usam a pedagogia da roda. Como ela funciona?
A roda é um lugar da ação e da reflexão, do ouvir e do aprender com o outro. Todos são educadores, porque estão preocupados com a aprendizagem. É uma construção coletiva. Na roda você constrói consensos. Porque todo processo eletivo é um processo de exclusão, e tudo que exclui não é educativo. Uma escola que seleciona não educa, porque excluiu alguns. A melhor pedagogia é aquela que leva todos os meninos a aprenderem. E todos podem aprender, só que cada um no seu ritmo, não podemos uniformizar.
Nos seus projetos também foi adotada a pedagogia do brinquedo. De que se trata?
A pedagogia do brinquedo veio responder a uma pergunta: será possível ter uma escola formal boa e prazerosa? Será que os meninos podem aprender brincando, ou a escola tem que ser um serviço militar aos 7 anos? É a idéia de transformar o brinquedo em instrumento de aprendizagem. Percebemos que eles podem aprender tudo, desde se alfabetizar até história, física, química, matemática, e também cidadania, ética, solidariedade, sexualidade.
De que forma esse processo pode ser multiplicado?
Foi em cima disso que comecei a trabalhar com meninos de 7 a 14 anos. Todo início de ano, faço com eles uma aposta de que tudo que vou fazer vai ser na base do brinquedo, da brincadeira. Há 20 e tantos anos, um garoto chegou para mim e disse: “Ah, legal, mas cadê os brinquedos?” Eu falei: “É verdade, não tem nenhum. Mas vamos fazer uma aposta? No dia em que não soubermos mais inventar os próprios brinquedos eu começo a comprar. Topa?” E toparam. Claro que ganhei. Isso é a pedagogia do sabão: aproveitar os recursos que tem e transformar em utilidade econômica, social, doméstica e também pedagógica. Com isso, você vai gerando uma série de processos. São exercícios de aprendizagem.
Você fala em pedagogia do abraço. Como funciona?
A pedagogia do abraço é uma forma de trabalhar com grupos marginalizados, não por carências nem pelo IDH, mas pelas potencialidades. Trabalhamos com o IPDH: Índice de Potencial de Desenvolvimento Humano. Começamos a falar em cafuné pedagógico. Só sabe que é bom cafuné aquele que já o recebeu uma vez na vida. Então tivemos que fazer cafuné pedagógico, que é possibilitar que o outro invista no lado luminoso dele, capaz de surpreender e de gerar. Isso também começou em uma brincadeira com meninos na periferia. A minha brincadeira era dizer: só vou dar um abraço apertado, daqueles de quebrar costela, se você estiver com o cabelo penteado, ou de batom, cheirosa. Senão, comigo vai ser distância, na ponta do dedinho. Um jogo. Só que isso fez com que a meninada levasse a sério. Nós percebemos na comunidade e na escola a demanda dessas pessoas que querem ser cuidadas, que querem se gostar. Percebemos que o afeto, o abraço, o cafuné pedagógico favoreciam as pessoas a sentir mais orgulho de si. E as ajudavam a sair da linha de baixo, do desprezo, para a de cima, da auto-estima.
É difícil convencer os governos a investir nesses projetos?
É difícil demais. Imagine que a maioria dos órgãos públicos trabalha com rubricas financeiras e não em cima de plataformas, bandeiras e causas. A educação é transformada em números. A escola, que foi o aparelho ideológico do estado na época da ditadura, virou aparelho ideológico do mercado. Você tem que formar gente para atender à demanda do mercado. Há escolas em que o importante é formar, empurrar para a frente, não importa o tanto de alunos que deixou para trás. Isso retira o poder de pessoas. São jogos políticos, não de solidariedade. O grande problema da escola atual é que é cômodo ficar dentro de uma forma que existe há 500 anos. Ela ainda trabalha com conteúdos absolutamente equivocados. Os meninos têm que passar por sessões de tortura, com informações sem a mínima importância. Perde-se um tempo danado.
Conheça mais sobre o trabalho de Tião Rocha no Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento: http://www.cpcd.org.br
LEIA... CURRÍCULO E PUBLICAÇÕES DE TIÃO... AQUI

MANOEL SIMÃO - DIRETOR / PRESIDENTE DA UNIPAZ-SP - INDICOU:
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" Em Brasília esta a acontecer a Teia 2008 - reunião dos pontos de cultura de todo Brasil em seu Fórum Nacional. Mais de 3 mil pessoas ocupando parte da Esplanada dos Ministérios. É uma coisa emocionante !
Envio pra vocês passarem adiante o Manifesto Teia que escrevi ano passado quando da Teia em BH.
Muito grato e abração do Bené Fonteles "
( Clique aqui e saiba mais sobre o artista )
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MANIFESTO TEIA
Por uma TEIA de inter-relações culturais que derrube as fronteiras entre o que se faz popular e o que se pensa erudito.
Por uma arte onde a felicidade e o prazer da diversidade cultural e espiritual, faça contraponto com a adversidade do meio social e político, recriando para ele novos e estimulantes mitos contemporâneos.
Por uma arte que não mais fragmenta e separa, e em vez disso, cria “novos campos ampliados de consciência” (Joseph Campbell) para a alegria do que é justo e do que é belo.
Por uma arte de sincronia e reciprocidade, harmonia e justeza num Brasil ainda mais plural e bem mais solidário.
Pelo diálogo inspirador dos artistas com os educadores, construtores e facilitadores de uma Cultura de Paz, seja ela, ecológica, educacional, econômica, política e espiritual.
Por uma arte transformadora feita de fé e confiança nas potencialidades do imaginário de cada um.
Por uma arte que não tenha medo de dialogar com o confronto x conflito social brasileiro.
Por uma arte que saiba arriscar e riscar novas rotas onde o que seja realmente contemporâneo, tenha o gosto bom pelo humano respeito à dignidade da matéria, do Outro, da Vida.
Por uma arte incorporada a uma entidade universal brasileira que tenha por principio o aprendizado do processo criativo como meio libertador das manipulações do meio sócio-cultural.
Por uma arte solidária e responsável ao invadir o imaginário do outro e criar novas formas poéticas de libertar e iluminar o mundo.
Bené Fonteles
Coordenador do Movimento Artistas pela Natureza
e animador do Movimento Arte Solidária - Brasília, 2008
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O QUE FOI ...COMO ACONTECEU ...SAIBA MAIS SOBRE O EVENTO E SUAS MANIFESTAÇÕES...
