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É a continuidade de ARTE BRASILIS http://artebrasilis.blog.terra.com.br Uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO e CULTURA DE PAZ. artebrasilis@hotmail.com - artebrasilis@bol.com.br

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Arquivo de: Novembro 2008, 21

21.11.08

CAMPANHA CONTRA TUBERCULOSE

categorias: VIDA SAUDÁVEL

Campanha “Tuberculose tem cura”

 

Tuberculose é uma doença grave que é transmitida pelo ar e pode atingir todos os órgãos do corpo, em especial os pulmões. O tratamento quando interrompido fortalece o bacilo de Koch (causador da doença) e pode trazer de volta a doença que causou pavor no passado.

 

Processo de disseminação da tuberculose:


   1º passo:

Apesar de também atingir vários órgãos do corpo, a doença só é transmitida por quem estiver infectado com o bacilo nos pulmões.

 

   2º passo:

A disseminação acontece pelo ar. O espirro de uma pessoa infectada joga no ar cerca de dois milhões de bacilos. Pela tosse, cerca de 3,5 mil partículas são liberadas.

 

    3º passo:

Os bacilos da tuberculose jogados no ar permanacem em suspensão durante horas. Quem respira em um ambiente por onde passou um tuberculoso pode se infectar.


Sintomas:


- Tosse crônica (o grande marcador da doença é a tosse durante mais de 21 dias)

- Febre

- Suor noturno (que chega a molhar o lençol)

- Dor no tórax

- Perda de peso lenta e progressiva

- Quem tem tuberculose não sente fome, fica anoréxico (sem apetite) e com adinamia (sem disposição para nada)


Tratamento: A prevenção usual é a vacina BCG, aplicada nos primeiros 30 dias de vida e capaz de proteger contra as formas mais graves da doença. Se houver a contaminação, o tratamento consiste basicamente na combinação de três medicamentos: rifampicina, isoniazida e pirazinamida. O tratamento dura em torno de seis meses. Se o tuberculoso tomar as medicações corretamente, as chances de cura chegam a 95%. É fundamental não interromper o tratamento, mesmo que os sintomas desapareçam.


O Brasil está entre os 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose registrados no mundo. Em número de casos proporcionais ao tamanho da população, o Brasil ocupa o 85 lugar no mundo. Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, cerca de seis mil pessoas morrem todos os anos no país em decorrência da tuberculose.


A meta do ministério é descobrir pelo menos 70% dos casos estimados de tuberculose e curar 85% dos pacientes. Para isso, o ministério mudou a estratégia de tratamento. Em vez de pacientes suspeitos da doença serem encaminhados para centros de referência, a recomendação é que eles sejam diagnosticados.


O Ministério da Saúde reconhece que os números da doença no Brasil são elevados. A taxa de abandono do tratamento é de 10%, e a não-conclusão faz com que a doença volte e encarece o combate com remédios.


As pessoas que estejam com tosse por mais de três semanas seguidas devem procurar a Unidade de Saúde Pública mais próxima. O tratamento da tuberculose dura, no mínimo, seis meses e não pode ser abandonado antes da cura.



                                        TUBERCULOSE TEM CURA!!!


O Fundo Global, entidade que combate doenças como a AIDS, a Tuberculose e a Malária em vários países do mundo, estará trabalhando pelos próximos 4 anos no Brasil, com o objetivo de minorar a incidência da Tuberculose no país.
Apesar de existir a cura, a tuberculose mata aproximadamente 5 mil brasileiros por ano, e um dos principais motivos disso acontecer é considerarmos que essa doença não existe ou não é grave.
A partir de 2008, será produzida uma série de filmes e spots de prevenção à tuberculose, para veiculação nacional. Esse é o primeiro filme, uma apresentação da campanha, com algumas informações importantes sobre a doença.

 

VEJA O VÍDEO DA CAMPANHA... CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO...

(TIRE DÚVIDAS NO DISQUE SAÚDE)

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  • Postado em 14:03:13

CÉLULAS TRONCO: AVANÇOS !

Paciente recebe primeiro transplante com células-tronco próprias

 

Claudia Castillo  (VEJA FOTO) , uma jovem mãe colombiana de 30 anos e com problemas respiratórios, Claudia Castillo, foi submetida na Espanha ao primeiro transplante de traquéia sem a necessidade de medicação imunossupressora e com a utilização de suas próprias células-tronco.

 

O trasplante, realizado em 12 de junho de 2008 em Barcelona, fazendo uso da traquéia de uma doadora e no uso de células-tronco provenientes da própria paciente, é descrita na revista médica britânica The Lancet pelas equipes de Barcelona, Padua e Milão (Itália) e da Universidade de Bristol (Grã-Bretanha).

 

Depois de passar quatro anos em consultas, Claudia Castillo, vítima de uma tuberculose diagnosticada muito tarde, conseguiu solucionar desta maneira seus problemas respiratórios.

 

Ela não conseguia cuidar dos filhos nem realizar as tarefas domésticas. Os danos em seu brônquio principal esquerdo eram tão graves que só restava à paciente a opção clássica da ablação do pulmão esquerdo.

 

Para evitar esta a operação mutilante e arriscada, o professor Paolo Macchiarini, especialista em cirurgia torácica no Hospital Clínico de Barcelona, e seus colegas decidiram tentar, com o aval dos comitês de ética envoluidos, este trasplante novo.

 

Sete centímetros de traquéia de uma mulher de 51 anos, falecida por causa de uma hemorragia cerebral, foram limpos previamente de todas as células, com o objetivo de evitar rejeição, uma vez trasplantados.

 

Em seguida foram extraídas da paciente colombiana células-tronco de medula óssea: células mesênquima capazes de gerar células de cartilagens ("condrócitos"). Também foram tiradas outras células (epiteliais) em uma parte saudável de sua traquéia.

 

A traquéia da doadora foi colocada em um aparelho, um "biorreator" concebido especialmente, onde girava com as células da paciente. Desta forma, o órgão foi colonizado pelas células da futura receptora. Isso permitiu evitar o tratamento vitalício contra a rejeição do órgão implantado.

 

Dez dias depois do transplante, Claudia recebeu alta do hospital. Desde então, ela passa bem e agora é capaz de subir dois andares ou caminhar 500 metros sem parar e, o que é mais importante para ela, cuidar dos filhos, segundo os médicos.

 

"Ela está encantada de poder voltar a viver sua vida e feliz de ter se curado", afirma a publicação.

Esta inovação médica pode ser aplicada a outras doenças das vias respiratórias superiores (deformação congênita, alguns tumores) que não podem ser tratadas com a cirurgia clássica, segundo a Universidade de Barcelona.

 

Agora, para que a avaliação dos resultados seja mais confiável, parece necessário um acompanhamento médico em períodos mais longo, segundo os médicos japoneses Toshihiko Sato e Tatsuo Nakamura, da Universidade de Kioto, citados pela The Lancet.

 

O primeiro transplante de traquéia com doador foi descrito na mesma revista em 1979.

 

 

Qua, 19 Nov, YAHOO - CIÊNCIA E SAÚDE - [ LINK COM A MATÉRIA ]

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  • Postado em 13:44:24