| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | ||||
| 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 |
| 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 |
| 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 |
| 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 |
Quanto lixo existe em torno da Terra?
Cerca de 330 milhões de objetos maiores do que 1 milímetro
Por Yuri Vasconcelos - Revista Mundo Estranho - 06/2008
Cerca de 330 milhões de objetos maiores do que 1 milímetro. Desse total, 11 mil têm dimensão superior a 10 centímetros. O lixo espacial é composto de partes de foguetes e peças ejetadas, como pedaços de lançamentos abandonados e satélites que chegaram ao fim de sua vida útil. À medida que colidem uns contra os outros, vão se fragmentando e aumentando ainda mais o número de detritos.
Esse lixão todo é monitorado pelas agências espaciais americana e russa por meio de radares e telescópios. O problema é que boa parte da sujeira acaba, um dia, voltando para a superfície terrestre.
Entre 1999 e 2003, fomos “bombardeados” por cerca de 840 toneladas de detritos, como o laboratório Skylab da Nasa, a agência espacial americana, que pesava 77 toneladas e caiu em 1979 no oceano Índico e na porção ocidental da Austrália. A estação espacial russa MIR, de 120 toneladas, também retornou ao planeta, mas sua queda no sul do oceano Pacífico foi controlada.

Leia também matéria sobre o X Congresso das Cidades Educadoras
=> A Q U I <=

Foto Cacá Bratke
Mãos na argila: uma das técnicas mais usadas em terapias que empregam arte para treinar concentração
Da lama à arte
Os encantos de transformar terra em objetos
Por Mariana Lacerda Vida Simples - 11-12- 2007 [ link com a matéria ]
"A cerâmica é ao mesmo tempo a mais simples e a mais difícil de todas as artes", escreveu certa vez o crítico de arte inglês Herbert Read *, em seu livro O Significado da Arte. É isso mesmo. "A mais simples, por ser a mais elementar; a mais difícil, por ser a mais abstrata", anotou.
Mas quem se aventurar a pôr a mãos no barro para transformá-lo em objetos como xícaras, potes, panelas ou esculturas poderá ser fortemente recompensado. O trabalho com a argila proporciona postura corporal, reeducação da respiração, concentração e até mesmo meditação.
"A disciplina no fazer continua sendo o ingrediente básico para se conseguir centrar o monte de barro", diz a ceramista Hideko Honma. Com o barro centrado, a próxima etapa é o trabalho no torno, onde ele gira em movimento centrífugo para ganhar forma. "É tão intenso que minha mão parece estar em pausa. É quando os pensamentos são esvaziados um a um, e surge a criação das novas formas."
Além disso, há um outro sentido em manusear o barro: "O prazer de mexer com algo que é muito antigo", diz o artista mineiro Máximo Soalheiro. É verdade. Fazer da terra objetos úteis é uma atividade que precede até a descoberta do fogo. "Ao mexer com a argila, entramos em contato com nossa ancestralidade".
links dos artistas citados:
Atelier Hideko Honma > AQUI
Página de Máximo Soalheiro ( belíssimo site interativo, necessita Flash Player 8.0 e resolução minima de 1024x768 ) > AQUI
__________________________________________________________
“... o primeiro requisito de qualquer civilização que tenha pretensões a possuir valores culturais é a criação de um sistema de educação e ensino que seja capaz, não apenas de preservar a sensibilidade natural da criança, mas de fazer dela a base do desenvolvimento mental.”
* Herbert Read (1893-1968) foi um importante crítico de arte inglês, atento às variáveis: arte - educação - liberdade.
[ link com a matéria ]
___________________________________________________________
Sir Herbert Edward Read (Kirkbymoorside, North Yorkshire, 4 de dezembro de 1893 — Malton, North Yorkshire, 12 de junho de 1968) foi um poeta anarquista e crítico de arte e de literatura britânico. Foi nomeado cavaleiro em 1953. Obteve o Prêmio Erasmo em 1966.
Foi criado numa fazenda e serviu como oficial na Primeira Guerra Mundial. A infância e a guerra foram temas freqüentes nas poesias que publicou, a partir da sua estréia com Guerreiros nus, em 1919. Após a guerra, trabalhou na curadoria do Victoria and Albert Museum, em Londres. Em 1931 e 1932 lecionou na Universidade de Edimburgo. De 1933 a 1939, foi editor da revista Burlington Magazine.
Crítico dos mais conceituados entre as décadas de 1930 e 1950, e expoente do movimento de educação pela arte, Herbert Read impôs-se por seu espírito democrático e humanístico, tanto no campo da estética quanto em pedagogia, sociologia e filosofia política.
Escreveu mais de mil obras sobre diferentes áreas do pensamento. Entre seus ensaios, destacam-se O significado da arte (1931), A forma na poesia moderna (1932) e Educação pela arte (1943). [ fonte wikipédia ]