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É a continuidade de ARTE BRASILIS http://artebrasilis.blog.terra.com.br Uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA, EDUCAÇÃO e CULTURA DE PAZ. artebrasilis@hotmail.com - artebrasilis@bol.com.br

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Arquivo de: Agosto 2008, 04

04.08.08

LIXO ESPACIAL !

categorias: ACREDITE SE QUISER

Quanto lixo existe em torno da Terra?


Cerca de 330 milhões de objetos maiores do que 1 milímetro


Por Yuri Vasconcelos - Revista Mundo Estranho - 06/2008


Cerca de 330 milhões de objetos maiores do que 1 milímetro. Desse total, 11 mil têm dimensão superior a 10 centímetros. O lixo espacial é composto de partes de foguetes e peças ejetadas, como pedaços de lançamentos abandonados e satélites que chegaram ao fim de sua vida útil. À medida que colidem uns contra os outros, vão se fragmentando e aumentando ainda mais o número de detritos.

Esse lixão todo é monitorado pelas agências espaciais americana e russa por meio de radares e telescópios. O problema é que boa parte da sujeira acaba, um dia, voltando para a superfície terrestre.

Entre 1999 e 2003, fomos “bombardeados” por cerca de 840 toneladas de detritos, como o laboratório Skylab da Nasa, a agência espacial americana, que pesava 77 toneladas e caiu em 1979 no oceano Índico e na porção ocidental da Austrália. A estação espacial russa MIR, de 120 toneladas, também retornou ao planeta, mas sua queda no sul do oceano Pacífico foi controlada.



[ link com a matéria ]

Leia também matéria sobre o  X Congresso das Cidades Educadoras

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MÃOS NA ARGILA

categorias: VIDA SAUDÁVEL

Foto Cacá Bratke

Mãos na argila: uma das técnicas mais usadas em terapias que empregam arte para treinar concentração

 

Da lama à arte
Os encantos de transformar terra em objetos

 

Por Mariana Lacerda  Vida Simples - 11-12- 2007 [ link com a matéria ]

"A cerâmica é ao mesmo tempo a mais simples e a mais difícil de todas as artes", escreveu certa vez o crítico de arte inglês Herbert Read *, em seu livro O Significado da Arte. É isso mesmo. "A mais simples, por ser a mais elementar; a mais difícil, por ser a mais abstrata", anotou.

Mas quem se aventurar a pôr a mãos no barro para transformá-lo em objetos como xícaras, potes, panelas ou esculturas poderá ser fortemente recompensado. O trabalho com a argila proporciona postura corporal, reeducação da respiração, concentração e até mesmo meditação.

"A disciplina no fazer continua sendo o ingrediente básico para se conseguir centrar o monte de barro", diz a ceramista Hideko Honma. Com o barro centrado, a próxima etapa é o trabalho no torno, onde ele gira em movimento centrífugo para ganhar forma. "É tão intenso que minha mão parece estar em pausa. É quando os pensamentos são esvaziados um a um, e surge a criação das novas formas."

Além disso, há um outro sentido em manusear o barro: "O prazer de mexer com algo que é muito antigo", diz o artista mineiro Máximo Soalheiro. É verdade. Fazer da terra objetos úteis é uma atividade que precede até a descoberta do fogo. "Ao mexer com a argila, entramos em contato com nossa ancestralidade".

 

 

links dos artistas citados:

Atelier Hideko Honma > AQUI

Página de Máximo Soalheiro ( belíssimo site interativo, necessita Flash Player 8.0 e resolução minima de 1024x768 ) > AQUI

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“... o primeiro requisito de qualquer civilização que tenha pretensões a possuir valores culturais é a criação de um sistema de educação e ensino que seja capaz, não apenas de preservar a sensibilidade natural da criança, mas de fazer dela a base do desenvolvimento mental.”

 * Herbert Read (1893-1968) foi um importante crítico de arte inglês, atento às variáveis: arte - educação - liberdade.
 [ link com a matéria ]

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Sir Herbert Edward Read (Kirkbymoorside, North Yorkshire, 4 de dezembro de 1893 — Malton, North Yorkshire, 12 de junho de 1968) foi um poeta anarquista e crítico de arte e de literatura britânico. Foi nomeado cavaleiro em 1953. Obteve o Prêmio Erasmo em 1966.

Foi criado numa fazenda e serviu como oficial na Primeira Guerra Mundial. A infância e a guerra foram temas freqüentes nas poesias que publicou, a partir da sua estréia com Guerreiros nus, em 1919. Após a guerra, trabalhou na curadoria do Victoria and Albert Museum, em Londres. Em 1931 e 1932 lecionou na Universidade de Edimburgo. De 1933 a 1939, foi editor da revista Burlington Magazine.

Crítico dos mais conceituados entre as décadas de 1930 e 1950, e expoente do movimento de educação pela arte, Herbert Read impôs-se por seu espírito democrático e humanístico, tanto no campo da estética quanto em pedagogia, sociologia e filosofia política.

Escreveu mais de mil obras sobre diferentes áreas do pensamento. Entre seus ensaios, destacam-se O significado da arte (1931), A forma na poesia moderna (1932) e Educação pela arte (1943).
[ fonte wikipédia ]

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